domingo, 5 de janeiro de 2014

Escuta:



Teu frágil coração que bate e sente
O rubro sangue humano e natural
Que faz chorar e faz teu ser “mortal”
Pertence ao passageiro decadente;

O coração, Alê, tão imprudente,
Precipitado, incauto e desleal,
Estorva o centro, o espírito central
Do quebradiço arbítrio irreverente...

O premio todo à joia do desejo
No amante amargo, a mácula do beijo,
Molda em dor e em tristeza nos comanda...


Alessandra é teu nome! É destinada
À razão de vencer e ser amada: –
Há de ser muito mais do que Alessandra!

John L. S. 05/01/2014

9 comentários:

Alessandra Oliveira disse...

Eu agradeço de todo o meu coração...Muito Obrigada, amigo John!

Fernanda Bender disse...

Ah, mas que belo poema. E pelo jeito a musa inspiradora dele o leu, hehehe! Muito bom!
Um abraço!

Pérola disse...

Um poema que convida à introspeção, ao escutar.

Um beijinhos

Alessandra Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bárbara disse...

Incrível!

catarina disse...

é mesmo

Nilson Barcelli disse...

Um magnífico soneto.
Gostei.
John, meu amigo, tem um bom fim de semana.
Abraço.

Zilani Célia disse...

OI JOHN!
A ALESSANDRA ADOROU, NA CERTA...
BELO POEMA.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Nilson Barcelli disse...

Um magnífico texto.
Muito sentido.
Gostei imenso.
Um abraço, caro amigo.

Postar um comentário

 
;