sábado, 4 de janeiro de 2014

Mares

Um corpo de água, carne Caxarelo
Em templo azul – de Lulas colossais;
Sobejo verde, Typus de outros sais
Na frota inulta e mole do castelo:

Eu tenho um corpo Cáspio, paralelo
Em nuvens-algas, Hamiltones e ais
Quebrando em vagas claras, abissais,
No olhar dourado, cróceo e amarelo...

Meu fim salgado de água intransponível
Revela transparente o pedregulho,
Um peixe roxo em cais iniludível!

No glóbulo e no corpo todo arrulho
Baleias tenras no índico invencível –
Cardume eterno no Ártico mergulho...

John L. S. 04/01/2014

5 comentários:

Marly de Bastos disse...

Um poema cheio de vida e tantas figuras que quase vislumbramos o mar com os seus elementos.
Bjkas doces

Paulo Poeta disse...

Mares....de palavras e sentimentos.... Um mergulho inspirador! Ótimo soneto.

LUCIENE RROQUES disse...

Felicidades a você seja bem vindo.
Estou lhe seguindo.
Boa semana.
Um grande abraço!

Gabrielly disse...

Belas palavras.

"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam,
e a prova das coisas que se não vêem." (Hebreus 11:1)

http://gabriellyrosa.blogspot.com G.R ♥

Maria José Rezende de Lacerda disse...

Bela postagem. Parabéns pelo blog. Grande abraço.

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