domingo, 5 de janeiro de 2014 9 comentários

Escuta:



Teu frágil coração que bate e sente
O rubro sangue humano e natural
Que faz chorar e faz teu ser “mortal”
Pertence ao passageiro decadente;

O coração, Alê, tão imprudente,
Precipitado, incauto e desleal,
Estorva o centro, o espírito central
Do quebradiço arbítrio irreverente...

O premio todo à joia do desejo
No amante amargo, a mácula do beijo,
Molda em dor e em tristeza nos comanda...


Alessandra é teu nome! É destinada
À razão de vencer e ser amada: –
Há de ser muito mais do que Alessandra!

John L. S. 05/01/2014
 
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